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Passarela no Leblon ganha fradinhos contra motos

By fernandag

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Fradinhos instalados em passagem da Visconde de Albuquerque Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Fradinhos instalados em passagem da Visconde de Albuquerque Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Uma passagem de pedestres sobre o canal da Avenida Visconde de Albuquerque, nas imediações da Praça Atahualpa, no Leblon, transformou-se num “paliteiro” de 18 fradinhos. A imagem, que desperta a curiosidade de quem passa pelo local, tem explicação nas intervenções realizadas para as obras da Linha 4 do metrô (Barra-Ipanema): devido às mudanças feitas no trânsito, motociclistas estariam usando a passarela como atalho, pondo em risco os pedestres.

Fixadas por determinação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), após reclamações de moradores do bairro, as barreiras impossibilitam a circulação de motos, mas permitem a passagem de carrinhos de bebê, cadeiras de rodas e bicicletas.

Segundo Mariana Mourão, da Central de Atendimento à Comunidade do Metrô Linha 4, todo o procedimento foi feito de acordo com as normas de trânsito.

— Também foram feitos testes com cadeirantes, para que a modificação não privasse a mobilidade de ninguém — informa Mariana.

Trabalhadores da região, Carla Llanos, de 28 anos, e Roney Marques, de 35, ficaram satisfeitos com a intervenção.

— Sempre passo por essa área. Estou sempre com pressa e vivo desatento com o celular, então gostei muito de poder andar mais tranquilo pela passagem sem medo de ser atropelado — conta Roney.

Carla, que é peruana, começou a trabalhar no Leblon há pouco tempo, mas já se sente mais segura.

— Concordo com essa mudança, porque muitas motos circulavam por aqui. Como eu saía do trabalho à noite, ficava até com medo de passar por ali, mas agora acho que ficou melhor — diz.

Na manhã desta terça-feira, Luís Pompilho, de 47 anos, atravessava a passarela com sua bicicleta, mas fez questão de descer da magrela para não prejudicar os pedestres.

— Eu tenho noção de que essa é uma passagem de pedestres, então saio da minha bicicleta para não atrapalhar ninguém. Acho que isso é uma questão de consciência de cada um — afirmou.

Outros ciclistas, porém, usavam a passarela normalmente, ziguezagueando entre os fradinhos.

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